Codel inicia montagem do canteiro de obras em SJN

    A Codel, responsável pelas operações de dragagem e terraplanagem da área onde será construído o estaleiro da EBR, deu início efetivo, na tarde desta quinta, na montagem do canteiro de obras na localidade do Cocuruto. Às 15h de hoje, 21, a Codel embarcou na balsa que faz a travessia entre Rio Grande e São José do Norte, um total de 10 máquinas pesadas, para a arrancada das operações. Foram embarcadas em Rio Grande, onde se localiza a sede da firma, quatro pás carregadeiras, três escavadeiras hidráulicas, um caminhão fora de estrada, uma retroescavadeira e 1 caminhão.
    Foto: Fábio Dutra/Jornal Agora
    Segundo informou João Pedro Jardim, diretor de operações da Codel, esse maquinário serve para o pontapé inicial, mas, com a continuidade das obras, novos equipamentos serão incorporados ao trabalho, que tem previsão de término em novembro próximo. O diretor de operações salientou que será montado um escritório da firma no centro de São José do Norte para se manter próximo ao canteiro de obras e garantir o ritmo do trabalho.
    Quanto ao pessoal de operações, João Pedro salientou que, inicialmente, o maquinário será operado pelos profissionais que seguiram com a balsa, mas que na continuidade haverá contratação de mais operários, sempre com preferência para pessoas de São José do Norte, como já havia frisado o diretor-presidente da EBR, Alberto Padilla, que, quando da assinatura do subcontrato com a Codel, “as pessoas que têm interesse em trabalhar no Polo Naval devem continuar se preparando, pois as oportunidades de trabalho irão surgir ainda mais futuramente”. João Pedro salientou que as obras de terraplanagem terão início imediato.

    Segundo a coordenadora administrativa de contratos da EBR, Marta Krafta, as contratações por parte do estaleiro ainda não começaram e estão seguindo o planejamento do cronograma de obras. A primeira etapa será exclusivamente da Codel.

    O engenheiro Ademildo Moraes, gerente do contrato, informou que no pico desta fase, 50 pessoas serão contratadas. No início, 30 funcionários atuarão. Os turnos serão de dez horas, com possibilidade de extensão de acordo com a necessidade da obra. Para evitar sobrecarga no transporte público de passageiros entre Rio Grande e São José do Norte, a empresa disponibilizará um serviço próprio para enfrentar o canal Miguel da Cunha, que separa as duas cidades.

    O terreno é arenoso e as etapas consideradas mais difíceis são a retirada da vegetação e a dragagem do cais do local.

    — Por isso que consideramos a possibilidade de demorar um pouco mais do que quatro meses. Como há muito a ser preparado, acreditamos que demoraremos uns 40 dias para conseguir a instalação completa do pessoal e do maquinário. A partir daí, sim, poderemos contar quatro meses — explica Moraes.
     

    Com informações do Jornal Agora e Jornal Zero Hora (reportagem de Rafael Divério)

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