Varejista Pompéia, sediada em Camaquã, mira no e-commerce e na expansão

    As vendas online de produtos da Pompéia – varejista que completa 60 anos no mercado gaúcho no próximo domingo – devem ajudar em futura expansão física da marca pelo País. Contando com 70 lojas espalhadas no Interior do Estado e também na Capital, a rede especializada em moda feminina, masculina, infantil, e de cama, mesa e banho (para os público das classes B e C) está finalizando projeto para estrear no e-commerce a partir de março de 2014. “A expectativa é inaugurar lojas em shoppings e ruas nos estados onde as vendas pela internet forem mais volumosas”, apontou a sócia-superintendente de marketing e vendas do grupo, Carmem Ferrão, durante a reunião-almoço Tá na Mesa, na Federasul. As informações são do Jornal do Comércio, de Porto Alegre.

    Conforme a matéria assinada pela repórter Adriana Lampert, a empresária disse que a loja virtual deve funcionar a partir de uma estrutura montada na sede em Camaquã, onde está a administração e o Centro de Distribuição da Pompéia. Outra sede em Porto Alegre contempla os departamentos de marketing, recursos humanos, treinamento e desenvolvimento da empresa, que em agosto oficializou a aquisição das lojas Gang, com 37 unidades e outras três previstas para serem inauguradas ainda neste ano. Com isso, o grupo que desde 2004 vem investindo no conceito de fast fashion (cujo ápice foi o reposicionamento da marca a partir de 2004), passa a atingir o nicho de público que faltava, com produtos para jovens com idade entre 13 e 18 anos.

    Segundo Carmem, no decorrer da última década, a expansão da empresa, iniciada nos anos 1980 se intensificou com a abertura de mais de 20 lojas em diversas cidades, incluindo a capital gaúcha. Mais recentemente, a marca ingressou no mercado de shoppings, inaugurando filiais em empreendimentos de Canoas (em 2011), Porto Alegre (2012), Pelotas e Gravataí (2013). “Temos um trabalho de governança coorporativa, onde atuam três gerações da família”, destacou a palestrante, ao explicar que o grupo adota o conceito de gestão compartilhada. Por isso, não há um único presidente executivo, mas, sim, um superintendente para cada área estratégica. Nestas três posições, assim como na totalidade da diretoria, os integrantes são originários do clã de Lins Ferrão, sócio-fundador, falecido há oito anos. A empresa, de capital fechado, projeta crescimento de 15% no faturamento de 2013, em relação ao do ano passado.

    Fonte: Adriana Lampert – Jornal do Comércio
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