VÃO COMEÇAR AS OBRAS NA ZONA PORTUÁRIA DE PELOTAS

    zona portuaria

    Convênio entre a CMPC Celulose Riograndense e a prefeitura prevê diversas melhorias na região do Porto

              Uma reunião-almoço, na churrascaria Lobão, nessa quinta-feira (28/04/2016), consolidou a parceria entre a CMPC Celulose Riograndense – que já começa a operar no transporte de toras via Porto de Pelotas – e a prefeitura do Município. A empresa se comprometeu a realizar diversas melhorias na área portuária da cidade.

              O prefeito Eduardo Leite destacou a importância da instalação do terminal de madeira no Porto de Pelotas, que vai contribuir para alavancar o desenvolvimento econômico do Município ao gerar oportunidades e revitalizar aquele bairro.

              Otemar Alencastro, diretor de projetos da Celulose Riograndense, contabilizou que a movimentação no modal deve ultrapassar 1,5 milhão de toneladas de carga – cerca de 200 caminhões por dia – e gerar cerca de 800 empregos, diretos e indiretos. “Com esta parceria vamos revitalizar a orla portuária. As obras deverão iniciar imediatamente à assinatura do convênio”, antecipa Alencastro. A data da assinatura ainda não foi definida.

              Entre as melhorias previstas estão a revitalização do Quadrado, das principais vias de acesso ao Porto, da praça Domingos Rodrigues (antiga praça da Alfândega) e das instalações da Patram. “Estamos todos a favor da cidade. Com o projeto, vem a geração de receita, empregos e a requalificação da região”, avalia o prefeito.

    Participaram da reunião-almoço, a vice-prefeita Paula Mascarenhas; o assessor especial do governo Paulo Morales; o secretário de Qualidade Ambiental (SQA), Felipe Fernandez; o secretário de Gestão da Cidade e Mobilidade Urbana (SGCMU), Gilberto Cunha; o secretário de Transporte e Trânsito (STT), Cláudio Montanelli; o secretário executivo da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP), Jair Seidel; e o diretor-presidente do Sanep, Jaques Reydams.

              A parceria

            Os bosques da região estão prontos para fornecer matéria-prima, com cerca de 110 mil ha de área plantada, e o Porto de Pelotas é a alternativa para embarque dos grandes volumes de madeira com destino à fábrica de celulose em Guaíba.

          O convênio entre a prefeitura e o Grupo CMPC Celulose Riograndense viabiliza o transporte rodoviário de toras de madeira produzidas na região, por meio de uma rota na área urbana de Pelotas, até o Porto – de onde serão transportadas via fluvial até o terminal da empresa, em Guaíba.




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