PORTO DO RIO GRANDE FECHA SEMESTRE COM MOVIMENTO HISTÓRICO

    Primeiro semestre do ano foi o melhor da história do porto público gaúcho - Foto: Divulgação SPH -

    Primeiro semestre do ano foi o melhor da história do porto público gaúcho – Foto: Divulgação SPH

    O Porto de Rio Grande teve o melhor primeiro semestre da história. Foram movimentadas 19,7 milhões de toneladas nos seis primeiros meses de 2016, um acréscimo superior a 8% na comparação ao mesmo período do ano passado. O resultado positivo leva o diretor-superintendente do Porto de Rio Grande, Janir Branco, a projetar uma movimentação recorde de 39 milhões de toneladas para este ano – maior do que a melhor marca obtida em 2015, que foi de 37,6 milhões de toneladas.

    O destaque é a celulose, que, sozinha, já ultrapassa o total de 1,3 milhão de toneladas. “Isso é consequência do investimento da Celulose Riograndense em Guaíba, cuja fábrica está em um ritmo muito intenso, valorizando a nossa hidrovia”, explica Branco. Toda a madeira plantada no estado vem para Guaíba, é industrializada e vai até o porto por meio de barcaças. “A tendência é cada vez aumentar mais essa movimentação”, informa o superintendente.

    Os R$ 10 milhões a mais em faturamento projetados pelo Porto de Rio Grande para este ano – chegando a R$ 115 milhões, 7% a mais do que 2015 – devem vir sobretudo do agronegócio. A safra gaúcha de soja deve alcançar 16,2 milhões de toneladas. “A produção de 350 municípios converge praticamente toda ela para o Porto de Rio Grande e de lá vai para o mundo”, comenta Branco. Com câmbio favorável, dólar adequado para exportação e terminais especializados e eficientes, a comercialização de soja deve incrementar ainda mais o movimento do porto público.

    “Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos, mas não estamos acomodados, pois entendemos as dificuldades do ano corrente e trabalhamos pela atração de novas cargas, melhorias no complexo e uma organização capaz de dar cada vez mais agilidade ao escoamento de produtos”, conclui Branco.




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