CELULOSE RIOGRANDENSE AMPLIA INTERRUPÇÃO NA PRODUÇÃO E LANÇA NOTA A COMUNIDADE SOBRE DECISÃO

     

    Em entrevista ao Programa Treze Horas, da Rádio Universidade e a este site, o CEO da CMPC Celulose Riograndense, Wálter Lídio Nunes explicou sobre a ampliação do prazo até o dia 11 de novembro da interrupção na produção da Linha 2 da fábrica localizada em Guaíba. Segundo Lídio a paralisação está relacionada a um problema ocorrido em fevereiro deste ano em uma das caldeiras. Como efeito direto da paralisação, cerca de 400 mil toneladas de celulose deixarão de ser produzidas, resultando em um impacto financeiro de 200 milhões de dólares, que será coberto pelo seguro contratado pela empresa. As operações em Pelotas não serão comprometidas.

    Na entrevista à R.U. e ao Caminhos da Zona Sul, Wálter Lídio explicou que em fevereiro, os danos na caldeira resultaram em suspensão das operações por 38 dias. Em comunicado, a CMPC Celulose Riograndense informou que, durante a parada geral de manutenção realizada no mês de julho, foram executadas inspeções adicionais em vários pontos da caldeira de recuperação da Linha 2. Em função do resultado da inspeção adicional, a empresa tinha duas opções, uma era a de operar de forma reduzida, e outra, era a de efetuar um plano de troca de partes de tubos da caldeira para retomar a capacidade nominal ou até superá-la.

    O dirigente da empresa informou ainda que as operações referentes ao Porto de Pelotas (embarque e desembarque de toras) continuarão sem afetar contratos e trabalhadores.

    Durante o período em que a Linha 2 ficará parada, as demais operações industriais da unidade – a Linha 1 que tem capacidade produtiva de 450 mil toneladas por ano, as plantas químicas e a fábrica de papel que produz 60 mil toneladas por ano – permanecerão operando nas suas capacidades nominais. “A empresa informa que manterá suas atividades nas diversas áreas conservando os seus contratos com fornecedores vigentes, apenas ajustando o planejamento das atividades, o que não impactará em demissões ou redução do quadro de pessoal próprio ou de terceiros”, diz a nota oficial emitida pela direção da CMPC Riograndense (CONFIRA A NOTA ABAIXO).

    Nota à comunidade

    A CMPC Celulose Riograndense informa que, durante a parada geral de manutenção realizada no mês de julho, foram executadas inspeções adicionais em vários pontos da caldeira de recuperação da Linha 2. Esta inspeção adicional é uma ação decorrente do evento ocorrido em fevereiro deste ano e que gerou, na ocasião, uma parada de produção de 38 dias.

    Com os dados da inspeção adicional, surgiram duas opções: operar a Celulose Riograndense de forma reduzida ou efetuar um plano de troca de partes de tubos da caldeira para retomar a capacidade nominal ou até superá-la. Com o objetivo de retomar a capacidade plena, optou-se pela segunda alternativa.

    Para implementar esta definição, foi feito um planejamento que implicou em estender a parada até o dia 11 de novembro de 2017.

    Por ser um fato relevante, a CMPC oficializou a decisão junto à bolsa de valores do Chile e informou o seu efeito econômico, estimado em U$ 200 milhões, dano coberto pelo seguro contratado pela empresa.

    Durante o período em que a Linha 2 ficará parada, as demais operações industriais – Linha 1,com capacidade produtiva de 450 mil ton/ano, as plantas químicas e a fábrica de papel que produz 60 mil ton/ano – permanecerão operando nas suas capacidades nominais.

    Em resposta à preocupação manifestada por setores da sociedade, a empresa informa que manterá suas atividades nas diversas áreas conservando os seus contratos com fornecedores vigentes, apenas ajustando o planejamento das atividades, o que não impactará em demissões ou redução do quadro de pessoal próprio ou de terceiros.




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